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terça-feira, janeiro 12, 2010

INAUGURAÇÕES

A notícia é do Diário de Aveiro de 11 de Janeiro.

Espinho: Biblioteca continua vazia, três meses depois da inauguração

Autarca de Espinho considera “lamentável” que a biblioteca tenha sido inaugurada “sem que estivesse dotada de condições para funcionar”
O novo edifício da Biblioteca Municipal de Espinho, inaugurado fez anteontem três meses, continua por abrir ao público, mantendo-se sem livros, sem mobiliário e sem energia eléctrica, não havendo ainda data prevista para a sua entrada em funcionamento. Pinto Moreira, presidente da Câmara de Espinho, disse à Lusa que o edifício “não reúne qualquer condição para a respectiva abertura, devido a uma questão técnica que ainda não está ultrapassada: não dispõe de energia eléctrica e precisa de um posto de transformação”. O autarca sustentou que a solução do problema - que atribui à pressa “eleitoralista” com que o edifício foi inaugurado pelo seu antecessor - “não é tão simples quanto se possa pensar, porque obriga a uma obra que ainda é relativamente avultada, não só em termos orçamentais, mas também no que se refere aos recursos técnicos que envolve”. Para Pinto Moreira, “é absolutamente lamentável” que a biblioteca tenha sido inaugurada “num espaço nobre da cidade sem que estivesse efectivamente dotada de condições para funcionar” e defende que a situação “reflecte a forma como o autarca anterior geria este dossiê”. “A biblioteca não tem livros, não tem um quadro de pessoal regular, não tem mobiliário”, refere o actual presidente da Câmara. “Foi inaugurada com toda a pompa e circunstância apenas a dois dias do acto eleitoral com um intuito meramente eleitoralista”, disse.
E agora dou comigo a pensar: onde é que eu já vi disto?

1 comentário:

Anónimo disse...

Como o meu meio século de existência, sempre me lembro, mesmo na província, de homens e mulheres que vivem juntos com maior ou menor duração. Não vejo razão para que venham agora reclamar o "casamento". Já os outros (hetero e afins) têm dificuldade em serem fiéis ao contracto, por que carga de água apareçem estes agora a quererem ultraridicularizarem o acto do contracto. Querem viver com pessoas do mesmo sexo? Que vivam porra! Até aí entende-se que cada um vive como e com quem quer e gosta, desde que não ponha em causa a opção dos outros que os rodeiam. Épa, mas que se deixem de nhenheziçes sobre o tema, que há coisas bem mais úteis, prioritárias e menos delirantes a serem resolvidas.