Neste Blog continua a escrever-se Português de Portugal.

domingo, julho 26, 2009

RECEITA

A azia combate-se com LASA, PEPSAMAR, ENO, ALKA SELTZER e outros medicamentos do género.

sábado, julho 25, 2009

PELA ÚLTIMA VEZ

Já tive oportunidade de responder, e com clareza, ao que o Zé aqui escreve.
Ele sabe que gosto do debate de ideias aberto, desde que cada um saiba respeitar o espaço do outro e o faça com elevação. Porque também saberá que procuro sempre fundamentar e divulgar as minhas opções e tomadas de posição, pese embora não seja obrigado a fazê-lo.
Posto isto, agradeço novamente a preocupação que o Zé tem para comigo e com as opções que tomo. Diz ele que no meu lugar não aceitaria o convite do PS e que formaria uma lista independente, etc, etc.
Volto a dizer ao Zé que ele tem alguma dificuldade em conseguir perceber que aceitei o convite do Fernando Mendonça e não do PS. Sei que não lhe é fácil entender isto, mas se não entende, não deturpe.
Evidentemente que o Fernando é do PS, foi escolhido pelo PS, luta pela dinamização do PS mas não foi isso que fez com que aceitasse o seu convite. Foi o homem que está por trás de tudo isso e o apoio encontrado para levar por diante um projecto para a minha freguesia que fui desenhando ao longo do tempo. Projecto esse que exige um comprometimento sério por parte da Câmara Municipal e não o seu alheamento. E esse compromisso encontrei-o no Fernando. Parece-me simples de perceber.
Tenho por certo que o programa do PSD para Estarreja não será o mesmo que para Albergaria, Murtosa, Ovar ou Santa Maria da Feira. E porquê?
Porque cada autarquia tem a sua realidade própria e as suas necessidades. Não me parece que o PSD tenha um programa único para todas as juntas e câmaras do País. Daí que o envolvimento partidário com a dimensão que o Zé lhe atribui, é uma falsa questão.
O Zé sabe tão bem como eu que a nível autárquico se apostam em homens e mulheres e não em partidos.Em homens e mulheres que idealizam projectos que pretendem desenvolver nas suas autarquias. Não me parece que seja o PSD a impôr ao seu candidato as obras que ele deve realizar. Ou será?
Evidentemente que os partidos estarão presentes, na rectaguarda, para promover os seus candidatos. Não é novidade para ninguém.
Portanto Zé, se não consegue mesmo separar as águas - e acredito que não pois para isso teria de se libertar da carapaça que o amarfanha - haverá quem o faça.
O problema que o Zé (e o PSD) pretende criar com a minha candidatura, tem a ver com o facto de eu não ter liderado uma lista independente. Ele não está preocupado em se sou ou não um bom candidato à junta de Canelas; o seu drama é eu o ser pelo PS, segundo diz.Também percebo porquê.
Mas há, afinal, uma coisa que ainda não consegui perceber. Então, se eu fiz uma má aposta, se os eleitores me vão julgar negativamente, se o meu sucesso passaria por uma candidatura independente... porque se preocupa o Zé?
A coligação PSD/CDS apresentou anteriormente o seu candidato. Não me lembro de ter escrito algum comentário acerca desse assunto. Como disse, não me incomodam todos os que se apresentam disponíveis para fazer alguma coisa pelas suas terras; antes pelo contrário, saúdo-os a todos.E todos somos poucos.
O Zé fala em falta de coerência da minha parte, e eu fico a pensar se coerência é assumir uma posição crítica em relação à Câmara, durante um mandato inteiro, e voltar a integrar uma lista apoiante da mesma equipa.E veja nas listas do PSD quantos o fizeram ou farão.
O Zé saberá que a exigência e frontalidade que me acompanharam durante os mandatos em que fui eleito pelo PSD, só se conseguem quando se é livre e manter-se-ão inalteráveis no futuro. Terá razão para apontar falta de coerência se tal assim não acontecer. Creia que, se servi esta terra quando eleito pelo PSD, farei exactamente o mesmo se voltar a ser eleito. E isto é a prova de que o partidarismo me não diz nada.
Portanto, devo dizer-lhe que essa tentativa desesperada de envenenar a opinião pública com o meu amarramento ao PS é um acto ignóbil e patético. Sei que os grilhões que o prendem o impedem de movimentar-se como eu, mas cada um faz as suas escolhas. E pelas minhas responsabilizo-me eu próprio.
Se lhe fizer bem ao ego, poderá dizer por aí que me identifico sim, com as ideias e posições do Fernando no que diz respeito à política autárquica. Quanto à política a nível nacional, esqueça, porque sei efectivamente separar as coisas. E a esse nível, nem PS, nem PSD nem nenhum, nem pretendo perder tempo com esse assunto.
Diz o Zé: "Portanto, existiam razões de sobra para o Camilo fazer uma lista de independentes..."
Bom, aqui já começamos a entender-nos. Afinal sempre reconhece haver razões - e de sobra!
A azia que o rói vem, como insinua, da tal ligação ao PS, como se isso fosse o ponto fundamental desta questão. Afinal, a guerra do Zé é com o PS e julga que encontrou em mim uma porta aberta para atirar uma pedritas. Desengane-se amigo. Sei perfeitamente o que quero, o que digo e com o que conto.
Mas, já agora, será que terei cometido algum crime, pelo facto de aceitar o desfio do Fernando (ou do PS, para satisfazer o Zé)? Se sim, mandem-me prender.
Aceito as críticas quando fundamentadas e com espírito construtivo, mas jamais aceitarei que me queiram manietar o pensamento, pelo que não deve substituir o que digo ou escrevo segundo os seus padrões de entendimento.
Poderia aqui alongar-me indefinidamente, mas julgo ter já dado atenção demais a este assunto.




quinta-feira, julho 23, 2009

RAZÕES PARA UMA CANDIDATURA

Ao contrário do que parece acontecer em relação a esta, quero dizer-vos que não me incomodam as outras candidaturas à Junta de Freguesia de Canelas. Aliás, aproveito a oportunidade para saudar todos os que se disponibilizaram para fazer parte das listas que aqui se apresentarão às eleições de 11 de Outubro.
Mas, aos que se mostram incomodados pelo facto de me verem aqui e agora, quero dizer que, enquanto cidadão livre e apartidário, há já mais de uma década, me sinto no direito de fazer as minhas escolhas e de aceitar ou não os desafios que me sejam propostos. Exactamente como o fiz no passado e não abdicando, nunca, de pensar por mim próprio porque jamais aceitarei ser subjugado a qualquer disciplina partidária ou outra que pretenda tolher-me os movimentos.
É bom que esses – que parecem tão incomodados – se lembrem que enquanto eleito que o fui durante 4 mandatos, usei de toda a coerência e imparcialidade de que dispunha para, nomeadamente na Assembleia de Freguesia, tudo fazer para que esse órgão funcionasse excelentemente e em harmonia total com a Junta de Freguesia.
Posso regozijar-me de que todos, repito, todos os documentos sujeitos a votação foram aprovados ou rejeitados por unanimidade mercê do respeito e isenção que fizeram da Assembleia um grupo de gente com um único objectivo: o de servir os interesses da freguesia à margem de partidarismos ou subjectivismos.
É bom lembrar, também, que foi a falta de atenção da Câmara Municipal para com esta freguesia durante o mandato que está prestes a terminar, que fez com que abandonasse, há cerca de um ano, a presidência da mesa da Assembleia, como forma veemente mas legítima de protesto, e que só a estima e consideração que tenho pelo actual Presidente da junta, Sr. Simões Pinto, fez com que tudo fizesse para evitar a demissão em bloco da Assembleia de Freguesia, provocando assim a queda da Junta.
Também relembro que daqui, desta casa, o executivo camarário ainda em exercício, foi sendo alertado por mim, pelos membros da Assembleia e pela Junta de Freguesia, para o descontentamento resultante da ausência de obras realizadas na freguesia.
E, se dúvidas existem, recorde-se a intervenção crítica do sr. Presidente da Junta na Assembleia Municipal de Dezembro de 2007, se a memória me não falha. Felicitei-o e volto a felicitá-lo, pela coragem e frontalidade que usou nessa sessão. Disse a verdade e transmitiu fielmente o estado de espírito da Junta e da Assembleia de Freguesia.
E, na mesma linha, a entrevista que o mesmo concedeu à RVR e JE em 30 de Abril do corrente ano, e que demonstra clara e objectivamente a sua e nossa insatisfação pela forma como a Câmara quase ignorou os Canelenses durante pelo menos três quartos deste mandato, facto este, que nem as recentes intervenções na zona do Esteiro e espaço Bioria conseguem dissimular.
Durante esse tempo, as obras prometidas pela Câmara Municipal foram saltitando de Plano da Actividades em Plano de Actividades se que – elas ou outras – se realizassem.
Não sou pessoa de aceitar como natural a passagem de um mandato inteiro sem que algo de essencial e prioritário tenha sido feito, pelo que assumi pública e frontalmente uma posição crítica com o único objectivo de que as coisas pudessem mudar. Por coerência, jamais poderia voltar a apoiar uma lista encostada a alguém que teve a inteira responsabilidade no que aqui se não fez, pelo que decidira desligar-me da vida autárquica nos próximos tempos. H
á cerca de um mês, recebi uma chamada de alguém que me dizia que o Fernando Mendonça queria falar comigo. Estranhei, mas acedi a saber ao que vinha.
Nunca tinha falado com ele e as suas primeiras palavras foram estas: “estou aqui porque tenho muita honra que você seja o meu candidato, como independente, à junta de Freguesia de Canelas. E, se aceitar, tem total liberdade para escolher a sua equipa e o programa para Canelas, que passará a ser o meu programa para esta freguesia.”
Passada a surpresa inicial, pedi-lhe um tempo para pensar e, depois de muito ponderar, aceitei o desafio e aqui estou. Não para fazer promessas mas para vos dizer o que todos sabem: que me preocupo a sério com tudo o que diz respeito a esta terra, que procurarei estar atento e serei igual a mim mesmo. E isso, provavelmente para muitos, será o suficiente, e a garantia de que as coisas podem ser significativamente diferentes no futuro.
Em duas oportunidades de conversa séria e aberta com o Fernando, foram analisadas as ideias e projectos e assumidos compromissos de apoio total aquilo que tenho por necessário e prioritário para esta nossa terra. Evidentemente que para ter essa garantia, ele terá de ser o próximo Presidente da Câmara Municipal de Estarreja. E ele sabe que serei exigente, como o fui até aqui.
Percebi que é possível encurtar a distância entre a Câmara e as freguesias e isso agrada-me.
A liberdade total que me foi dada, quer para a escolha das pessoas que formam a lista, quer para a definição do Programa para a freguesia, demonstram uma confiança absoluta em mim. Procurarei, em todos os momentos, corresponder da melhor forma que for capaz.
Não sou pessoa de fazer promessas mas de impor a mim mesmo uma dinâmica que nos leve a estabelecer prioridades, pelo que as ideias e projectos que lhes estão na base, estarão insistentemente presentes no dia-a-dia do próximo Presidente da Câmara.
Evidentemente que no âmbito e responsabilidade de uma junta de freguesia com um Orçamento anual de 100 mil euros, a racionalidade das opções é um imperativo que se impõe e que poderá fazer a diferença.
É óbvio também que para dar sustentabilidade aos projectos que esperamos poder vir a desenvolver, é necessário um presidente da Câmara interessado, presente e com quem nos entendamos.
Tenho conhecimento que a aflição de alguns, tem a ver com o facto de eu liderar uma lista que é apoiada pelo Partido Socialista. E a primeira mensagem que pretendo transmitir de uma forma clara, é que aceitei ser candidato pela minha freguesia. Não mudei, como dizem, do PSD para o PS; Não sou do PSD nem do PS - coloquei-me apenas ao lado daqueles que, como eu, sabem que em Canelas e por esta freguesia, se pode e deve fazer muito mais.
Presentemente não me identifico com qualquer programa ou ideologia partidários, pelo que sou tão livre de escolher hoje, como o fui há 16, ou há 4 anos atrás. E de nada adianta tentarem colar-me ao PSD ou ao PS, ou a qualquer outro. Não necessito que outros pensem por mim pois prezo a minha independência, e foi com base nela que aceitei estar aqui.
A nível autárquico, entendo não haver espaço para discussões de ideologias políticas, devendo todos aqueles que se interessam pelo progresso das suas terras, procurar os apoios necessários para que desenvolvam mandatos de sucesso. E foi isso que encontrei no Fernando: apoio para levar por diante o que julgo importante.
Não me apresento às próximas eleições de 11 de Outubro como adversário de alguém, mas tão só como uma possibilidade de escolha, com ideias e projectos concretos e, sobretudo, atento a tudo o que possa ser do interesse da freguesia.
Como disse atrás, não me ofereci para estar aqui, nem fui pressionado para tal, por isso, aceitarei com a maior das naturalidades, sem exuberâncias ou dramatismos, o resultado que emanar da eleição de 11 de Outubro.
Se os eleitores desta freguesia assim o quiserem,
Pretendo implementar uma forma inovadora de funcionamento, envolvendo não só os que serão eleitos mas todos, sem excepção, que fazem parte das listas que se apresentarão ao eleitorado.
Assim o queiram, e comigo poderão, repito, todos, participar activamente na vida autárquica da freguesia.
E a primeira mudança que pretendo efectuar, tem a ver com a forma transversal e descentralizadora de gerir os destinos da freguesia.
Nesse sentido, serão criados diversos grupos de trabalho para áreas específicas como a cultura, a gestão dos espaços verdes, Higiene Urbana, Viação rural, Serviços e Atendimento e outros.
Serão equipas que, reunindo periodicamente com a junta de freguesia, terão autonomia para desenvolver e apresentar ideias e projectos dentro da respectiva área, podendo mesmo em muitos dos casos, serem responsáveis pelo seu desenvolvimento.
Pretendemos manter os serviços da Junta abertos de segunda a sexta entre as 9h00 e o meio dia, ou entre as 14 e as 17h00, o que permitirá aumentar o leque de serviços prestados à população, tais como: a impressão de trabalhos de estudo, tiragem de fotocópias, preenchimento e envio, em tempo, do IRS, troca de vales de reforma, e outros serviços do interesse da população.
A possibilidade de solicitar on line a passagem de atestados e certidões, entre outros documentos, será uma realidade que emanará da criação do site da freguesia, que constituirá também uma excelente forma de divulgação da nossa terra.
A Junta de Freguesia passará a reunir em sessão aberta uma vez por mês, pelo que todos os que assim o entenderem, poderão ficar a par da evolução da vida autárquica.
Outro aspecto que queremos revitalizar e para o qual teremos uma forte equipa interligada connosco é a vertente cultural, que pretendemos seja um cartão de visita da nossa terra. E, neste âmbito, há toda uma imensidão de projectos que pretendemos ir desenvolvendo continuamente e que, como outros, a seu tempo serão divulgados.
Temos a consciência de que urge pressionar no sentido da alteração do PDM - agora que a indefinição do traçado da A29 deixou de ser a razão do seu impedimento - que tanto tem contribuído para o afastamento dos jovens casais desta sua terra natal. Temos tudo para a criação de uma equipa com pessoas credenciadas, que se irão encarregar de estudar esta temática de enorme importância para o futuro. Temos consciência de que vivemos numa zona de excelência, porque perto das zonas Industriais de Albergaria, Estarreja e Aveiro; com os mais importantes acessos rodoviários e ferroviário à porta, a curta distância da Universidade e com uma faixa natural ímpar. Em suma: uma zona apetecível que é necessário saber promover e valorizar. Outro desafio que estamos certos teremos de enfrentar, prende-se com a linha de alta velocidade. Sabemos que a construção da linha do TGV e de uma Estação algures entre os concelhos de Albergaria e Estarreja será uma realidade que avançará nos próximos anos. Importa estar atentos e saber tirar partido desse facto, contrariamente ao sucedido com a construção da A29, que absorveu uma das melhores áreas produtivas da freguesia, sem que aqui caísse qualquer contrapartida.
E permitam-me apresentar, finalmente, um projecto pelo qual procuraremos envolver-nos até onde possível for: a construção de um Lar.
Entendemos que se trata de uma infra-estrutura prioritária e de utilidade mais que reconhecida, atendendo à falta de oferta e à realidade etária da freguesia. A sua construção resolveria também um dos problemas maiores com que se debate uma das mais prestigiadas e emblemáticas colectividades da freguesia e do concelho: a Banda Bingre Canelense.
Caso assim o entendam, a ideia é simples: A construção do Lar libertaria as instalações do Centro Social que, com a necessária reestruturação interior permitiria transformá-las numa excelente sede para a nossa Banda. Por sua vez, o actual edifício da Banda, comportaria outras Associações da freguesia, actualmente sem sede própria. Ter-se-iam, assim, de uma assentada, resolvidos os problemas que se prendem com as instalações de todas as colectividades e, acima de tudo, criar-se-iam diversos postos de trabalho.
Obviamente que para que todo este envolvimento resulte, será necessário uma consertação com todas as partes envolvidas – Banda, Centro e Autarquia. Quero dizer-vos que no que toca a este projecto foram efectuadas algumas diligências com vista à sua exequibilidade, e as respostas foram excelentes. Dispenso-me de falar aqui das actividades normais da Junta de Freguesia tais como a beneficiação de caminhos, a manutenção dos espaços verdes, o aproveitamento do espaço BioRia, a requalificação de alguns espaços no interior da freguesia, a conclusão das obras do cemitério e zona envolvente, etc.
Este conjunto de pretensões não são promessas; são o nosso projecto exequível e em cujo desenvolvimento aplicaremos todas as nossas energias. E estaremos sempre atentos e dispostos a abraçar qualquer outro que se revele prioritário para o desenvolvimento da freguesia.
Para tudo isto, quis escolher um conjunto de pessoas que, desde o primeiro ao último nome, formem uma equipa de trabalho dinâmica e com um sentido único: servir esta freguesia. Gente escolhida a dedo e não olhando a cores partidárias. Uma lista que ao olhar-se, se não note diferença entre o primeiro e o último, ou seja, que possa ser lida tanto de cima para baixo, como de baixo para cima. No fundo, um grupo que forma uma lista de gente livre e Independente e que se uniu em torno de um único objectivo. E é com enorme satisfação que vo-la apresento:
1- Camilo Manuel A. F. Rego 2- Ana Sá Simões - 26 anos - Solicitadora 3- António Manuel Salgado Oliveira Santos – 46 anos – Operário Fabril 4- José Manuel Rodrigues Andrade – 57 anos – Encarregado Fabril 5- Angélica Nunes - 54 anos – Funcionária Pública 6- Paulo Viana – 36 anos - Técnico Oficial de Contas 7- Arlindo Andrade – 55 anos – Encarregado Fabril 8- Ana Paula Esteves - 44 anos - Administrativa 9- José Marques Tavares Valente – 53 anos – Técnico de Controlo e Potência 10- Paulo Jorge Santos Pereira – 35 anos - Pasteleiro 11- Rosa Marília Rodrigues Pinto Resende – 35 anos – Técnica de Análises 12- António Domingues Andrade – 54 anos - Aposentado 13-António Fernando Almeida – 52 anos – Operário Fabril 14- Patrícia Silva de Sousa Luz – 33 anos - professora 15- Reinaldo Rodrigues Vicente – 68 anos - Aposentado 16- Abel Dias da Silva – 67 anos - Aposentado 17-Vera Patrícia Martins Machado Meira - 34 anos - Explicadora 18- Joaquim Rebelo – 43 anos – Operário Fabril 19- Pedro Miguel Domingues da Silva – Operário Fabril
São eles que me dão total garantia e confiança, e é sobretudo por eles que aqui estou disposto a enfrentar este desafio, cujas dificuldades nem os 16 anos de vida autárquica activa já passados, amenizam.
A todos eles disse que estariam para trabalhar e não para encher a lista, por isso, todos sabem o que os espera.
A par, temos um outro grupo de pessoas que por razões de ordem diversa não fazem parte da lista, mas que se disponibilizaram para colaborar connosco porque se identificaram com tudo o que aqui vos transmiti.
São estas as razões para uma candidatura, e não outras que por aí se vão apontando por gente intelectualmente amarrada de pés e mãos.
Para terminar, importa lembrar que uma das peças fundamentais deste projecto é o Fernando, com quem temos a garantia de apoio ao que pretendemos. Agradeço a sua confiança e determinação em que fosse eu o seu candidato para Canelas.
Obrigado.

Andam por aí

Andam por aí uns artistas, armados em moralistas políticos, que se julgam donos de tudo e de todos. Acham-se com o direito de manipular a opinião pública com insinuações de vária ordem, porque olham demais para o umbigo, o que os impede de ver algo mais que uns escassos centímetros.
São esses - os donos da verdade, os fiéis seguidores do que lhes é imposto, os que deixaram de pensar - que pretendam que sejamos todos iguais a eles, quais moços de recados, sem vontade própria. Escondem-se entre o bando que os rodeia e protege para, pontualmente, atirar pedras aqueles que os não podem ver.
A esses digo apenas que venham, mas venham de cara destapada, como gente e não como víboras rastejantes, defender seriamente as suas ideias, ou criticar as dos outros, mas usando de verticalidade. Serão bem-vindos.

domingo, julho 12, 2009

EM DIA DE DOMINGO

Enoja-me uma certa maneira de estar na vida, em permanente guerrilha de palavras já tão gastas que vagueiam pelo ar como inúteis grãos de pó, e que só servem para contaminar o ar que se respira.
E há gente que, entretida e embrenhada que está nessa procura incessante, parece esquecer-se da vida própria. Gente que, fazendo parte de um qualquer projecto cedo perde a capacidade de pensar e de ser diferente, quando tiver de o ser.
Gente que festeja quando devia estar apreensiva e que se rende à crítica balofa quando deveria festejar.
Gente que não convive bem com um dos mais elementares direitos da democracia: o direito de ser livre.
Livre nos pensamentos e ideias, independentemente dos engulhos que isso possa causar aqui e ali. Cedo aprendi que uma pessoa vale pelo que pensa e não pelo que os outros querem que ela pense.
Neste aspecto, sou e serei sempre um homem livre e quem estiver comigo, seja em que área for, também o será.
Percebo a inquietação de alguns que se mostram mais preocupados com os outros que com eles próprios. É bonito e tem reminiscências cristãs. Mas nem isso disfarça a realidade de que allia quando terunt, retinent mortaria gusta / cada cuba cheira ao vinho que tem.

terça-feira, julho 07, 2009

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Costuma dizer-se que há um tempo para tudo; para falar, escrever, aplaudir, criticar, pensar, brincar, e tudo o mais que nos vai preenchendo a vida.
Há até um tempo para escrever um simples ponto no final de uma frase, de um texto ou de um livro.
E há desafios que nos inquietam e decisões que nos pedem uma paragem, uma profunda avaliação, um olhar para o futuro, tendo em conta o presente e o passado.
Esta (já) longa pausa foi um tempo deveras necessário para uma inesperada preparação de um compromisso sério com o futuro.