Neste Blog continua a escrever-se Português de Portugal.

terça-feira, março 11, 2008

NO RESCALDO DO EURO-2004

Impressionante e inclassificável [esta] forma de gestão pública.
Dois milhões e trezentos mil euros transferidos, assim, de mão beijada, para anular os prejuízos da exploração do Estádio Municipal de Aveiro!!!
Que mais é isto senão uma perfeita loucura e um claro sinal de irresponsabilidade perante os cidadãos, e de abuso na gestão dos dinheiros públicos?
Que se deite abaixo urgentemente o estádio, se negoceie os terrenos ou neles se construa um qualquer empreendimento rentável para a autarquia.
A indignação é tanta que se torna difícil articular alguma palavra mais sobre o assunto.

3 comentários:

Pedro Javier Mazzoni disse...

Boa noite Camilo,

Deitar abaixo o Estádio, aí está uma coisa que eu já digo há muito tempo.
Mas não, insiste-se no erro. Até um rato colocado num labirinto eventualmente descobre a saída. Certamente não precisa de quatro anos.
Já devia ter sido constituída uma administração liquidatária da EMA. A actual administração da Câmara de Aveiro já mostrou não ter unhas para a tarefa que se propôs.
Só para terminar, um conselho ao gestor da empresa: INVESTIR EM CAMPOS DE TREINO PARA UM CLUBE DE FUTEBOL PROFISSIONAL NÃO VAI MELHORAR OS RESULTADOS DA EMPRESA QUE APARENTA DIRIGIR. APENAS VAI AUMENTAR OS CUSTOS DE MANUTENÇÃO, QUE É EXACTAMENTE O RAIO DE CUSTOS QUE O SENHOR CONSIDEROU RESPONSÁVEIS PELA CONSTANTE DEGRADAÇÃO DOS RESULTADOS QUE APRESENTA.

Anónimo disse...

O problema não está nos estádios. O problema está na má situação económica do povo que não pode ir á bola porqe não tem dinheiro. Em Espanha os estádios estão sempre cheios e não se consta que a manutenção dos mesmos dê prejuizo.

Anónimo disse...

O problema está no país que temos com falta de aplicar às pessoas credíveis este tipo de projectos:
É a falta de planeamento.
Portugal é feito de Engenheiros e Arquitectos.. é só Doutores.. Esquecem-se é que há pessoas formadas e responsáveis com capacidades de consultoria e planeamento para o Ordenamento do Território.