... também eu posso.
Um [aqui].
Vários [aqui].
Milhares [aqui].
Infelizmente hoje, não raras vezes se ouve perguntar: " como é que se escreve agora..."
Não, não estou a falar de crianças em idade escolar mas sim de gente grande, grande demais até para se deixar sujeitar a mais uma aberração caprichosa e inaceitável praticada neste país... onde cada um passou a impôr a sua própria forma de escrita, como se da coisa mais banal do mundo se tratasse.
Sexta-feira, Fevereiro 10, 2012
Domingo, Fevereiro 05, 2012
SAÚDE PÚBLICA?
Tinha prometido a mim mesmo que não ia fazer qualquer comentário sobre o Carnaval, a não tolerância de ponto ou as declarações de um presidente de câmara que exponencia de tal forma o número de figurantes em estarreja que, provavelmente, será necessário começar o corso em Salreu para que nele caibam todos .
Tterá sido essa a ideia subjacente à construção da tal ponte pedonal - também ela um símbolo do carnaval que se vai praticando em Estarreja? É natural que sim...
O que é certo é que de entrevista em entrevista, vamos ficando a perceber coisas do arco-da-velha, como por exemplo esta aqui.
Já tenho lido e ouvido a apologia do carnaval sob as mais variadas motivações, sejam elas um pique comercial, uma necessidade de divertimento, a divulgação de tradições, etc, mas daí a considerar o carnaval uma necessidade, por razões de saúde pública é, quase insultar a sociedade. Se, de facto, há razões de saúde a justificar a folia, não me parece que seja pública...
Diria que estas declarações são bem ao jeito do já famoso slogan - criar lixo, criando arte...
Enfim! E viva o carnaval!
Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
SEM QUE SE PERCEBA
A julgar pela notícia do Expresso, Estarreja fica entre as Câmaras com endividamento excessivo. Diz-se que devido à alteração introduzida no OE para 2012. Não é verdade. Estarreja e as outras Câmaras estão nessa situação de grande endividamento, por má gestão das Receitas de que dispõem anualmente.
Jamais se poderá apontar o dedo a uma Câmara que pratique com rigor o equilíbrio orçamental - aliás, deveria ser essa uma condição obrigatória, não só para as Câmaras mas para todos os organismos públicos. Não estaria o país no estado miserável em que está, certamente.
Mas, voltando ao tema, nem é necessário ir muito longe para encontrarmos autarquias cumpridoras e exemplares.
O que não se percebe, à primeira vista, é o motivo pelo qual Estarreja faz parte do lote das 103.
Olhando para o município e para a obra feita, só mesmo uma péssima gestão pode justificar o endividamento da Câmara, tanto mais que qualquer coisa que tenha sido realizada (mesmo que de utilidade discutível), recebeu em boa parte financiamento estatal ou outro.
Projectos de grande envergadura, ambiciosos, capazes de mudar a imagem do município e atrair gente para estas bandas... nem vê-los!
Somando a isso o total esquecimento da parte sul do concelho que, em termos de orçamento camarário, é como se não existisse, a coisa já começa a ficar preocupante... e valerá a pena perguntar o que anda esta Câmara a fazer para (provavelmente) terminar um mandato de 12 anos enterrada em dívidas.
É certo que as contas se fazem no fim mas olhando para trás, a única coisa que se vê é o folclore - esse sim, um símbolo deste concelho.
Folclore espelhado na entrevista do sr. presidente [aqui] que diz que os autarcas não podem hipotecar a vida das gerações futuras... Afinal podem.
O concelho perdeu, há cerca de dois anos, a oportunidade de ter um projecto de desenvolvimento transversal a todo o município, só pelo simples facto de que o mesmo tinha ao leme um homem de um partido com menos aceitação no município.
Fiz parte desse projecto, para mim, apartidário, e disso me orgulho muito mais do que ter sido eleito em listas de gente que pouco ou nada trouxeram ao município e à minha freguesia.
De facto, muito poucas pessoas neste concelho conseguem ver nas pessoas certas as competências necessárias para virar o concelho não para a ria, que presentemente não nos leva a lado algum, mas sim para o futuro. É que para isso, teriam de focar a visão um pouco mais longe do que o universo partidário, mas as vistas são demasiado curtas para tal.
Sábado, Janeiro 21, 2012
COITADINHO...
Um presidente que se presta a [estas coisas] deveria pensar seriamente em tirar uma férias.
De facto, Cavaco Silva não poderia ter sido mais ingénuo ao responder, da forma como o fez, à pergunta traiçoeira do jornalista.
De facto, Cavaco Silva não poderia ter sido mais ingénuo ao responder, da forma como o fez, à pergunta traiçoeira do jornalista.
Além de mentir, expôs-se ao ridículo por tudo quanto é site da internet (e não só), onde é alvo de chacota.
Os anos que leva já de idade deveriam ser suficientes para saber pelo menos duas coisas:
1 - que actualmente, quando se quer, a vida das figuras públicas se torna demasiado transparente para que se esconda o que quer que seja.
2 - fazer contas.
Segundo a Agência Financeira, Cavaco Silva declarou no ano 2010, 141 mil euros de pensões, o que a dividir por 14 meses, dará aproximadamente 10.071 euros/mês - um pouco mais do que os tais 1.300 euros que não chegam para pagar as despesas da família Cavaco.
A julgar pelas suas declarações, um destes dias ainda teremos aí um novo imposto para ajudar a equilibrar o seu orçamento familiar. Sim, porque um presidente, mesmo que não ganhe o salário, tem de ter um nível de vida que dignifique o cargo que ocupa, e se 141mil euros não chegam, cá estaremos para contribuir para que o sr. presidente não passe fome.
Diz o próprio que foi toda a vida muito poupadinho....
Estaria ele a referir-se aquelas poupanças conseguidas à custa do BPN, por exemplo?
Sábado, Janeiro 14, 2012
EXEMPLO
O final da crise não acontecerá com os sucessivos pedidos de empréstimo, muito pelo contrário, o que se está a fazer é aumentar exponencialmente o endividamento para contento dos credores que, além de negociarem com o país a seu belo prazer, na hora "h" deixá-lo-ão afundar de vez. Esse momento acontecerá quando o povo já não puder dar mais de si.
A solução é muito mais simples do que se possa imaginar.
Islândia triplicará seu crescimento em 2012 após a prisão de políticos e banqueiros.
Ler aqui
Sexta-feira, Janeiro 13, 2012
Efeitos do acordo ortográfico
Esta coisa de criar lixo quando se está criando arte não é para todos...
Já sabemos que os níveis de ozono aqui por Estarreja não são coisa que se recomende; da mesma forma os termos pejorativos ligados ao concelho que ainda por aí vagueiam em nada abonam, mas daí à ideia de se incentivar a criação de lixo...
Livra! Com amigos destes, ninguém precisa de inimigos.
Já sabemos que os níveis de ozono aqui por Estarreja não são coisa que se recomende; da mesma forma os termos pejorativos ligados ao concelho que ainda por aí vagueiam em nada abonam, mas daí à ideia de se incentivar a criação de lixo...
Livra! Com amigos destes, ninguém precisa de inimigos.
RESTO ZERO
A julgar por [esta entrevista] e para contentamento de todos os Estarrejenses e tranquilidade do próximo presidente da Câmara, no final de 2013, não ficarão facturas por pagar. Acaba-se, finalmente, o velho e estafado argumento de quem entra, de andar pelo menos um ano a pagar o que os outros deixaram.
De facto, outra coisa não seria de esperar, uma vez que a julgar pelas obras realizadas ou a realizar e pelo discurso do sr. presidente, nada justifica que fiquem contas por saldar no final do mandato.
Vai a meio a procissão, o mesmo é dizer, mandato, e aqui pela parte sul do concelho, tudo continua na mesma.
Vai-se fazendo umas coisitas, na medida das posses da junta de Freguesia, que tem assumido, tal como as outras do concelho, algumas intervenções acoberto do que convém designar por delegação de competências - protocolos urdidos unilateralmente e sem que, na verdade, cumpram com as regras que lhe são inerentes.
De resto, foi necessário esperar um pouco mais de dois anos para que aqui se visse a primeira intervenção assumida pela CME, constante nas GOP para 2011: a beneficiação do caminho do Areal que custará à volta de 40.000 euros, segundo reza a placa da obra mas que transita para 2012.
2011, apenas deu à luz o melhoramento da viela Banda Bingre, intervencionada pela junta, a qual provável e pacientemente aguarda o financiamento da dita.
Motivos de saúde impediram-me de estar presente na última sessão da Assembleia de Freguesia que ocorreu no final do mês de Dezembro e de mostrar, uma vez mais e a quem interesse, os motivos porque já não há paciência para aturar a política camarária que continua a ignorar por completo a existência desta freguesia.
É certo que uma grande parte desta gente passa ao largo de tudo o que se não faz, saíndo à rua apenas para arejar as bandeiras do partido por alturas das eleições.
Esses, provavelmente não mereceriam outro tratamento. Mas há os outros, os que continuam a querer, os que se mostram interessados, os que apresentam propostas diferentes, os que não se conformam com o definhar desta terra, os que, por muito pouco que saibam ou possam, se disponibilizam sem hesitações para defender o que ainda por aqui resta.
Os discursos de circunstância enganam quem enganam, mas enganam, de facto muita gente.
Apregoa-se por aí que Estarreja é referência nisto ou naquilo. Podia de facto ser, se engenho houvesse para desenvolver projectos com "P" e uma linha orientadora de aplicação do valor da Receita com base no que é prioritário para as 7 freguesias. Referências, em bom rigor, aponta-as o sr. presidente: Albergaria e Mealhada. E direi eu que, se quisermos referenciar um concelho totalmente transfigurado no seu aspecto, bastará olharmos para a vizinha Murtosa e para o investimento conseguido na última década, aplicado com bom gosto e supostamente com Orçamentos bem mais apertados dada a substancial menor dimensão territorial e populacional.
Referência será, provavelmente o desperdício de cerca de 500.000 euros no mamarracho que está a ser feito por cima do Antuã, ferindo uma zona verde e amena da periferia da cidade.
A caminho de mais um final de mandato, resta a esta terra a consolação de que terá contribuído, e muito, para que a situação financeira da Câmara Municipal de Estarreja apresente um saldo marcadamente positivo daqui a cerca de dois anos, tal como é pretensão do sr. presidente. Percebe-se pelo valor do investimento projectado anualmente - já de si ridículo - mas, e sobretudo, porque nem esse por aqui se vê realizado. Como sempre.
Quarta-feira, Janeiro 11, 2012
Este país é um carrocel
Os portugueses, leia-se, consumidores de electricidade deste país, vão passar a pagar ao ilustre presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, a insignificante quantia de 45 mil euros por mês, a somar à pensão de 9.600 euros que o mesmo aufere.
Coisa insignificante para alguém que, finalmente, descobriu a forma de enriquecer o Estado e assim poupar o país da quase falência em que se encontra. Atente-se:
"50% do que eu ganho vai para impostos. Quanto mais ganhar, maior é a receita do Estado com o pagamento dos meus impostos, e isso tem um efeito redistributivo para as políticas sociais".
(Eduardo Catroga ao jornal Expresso).
Ó Sr. primeiro ministro, então o sr. ainda não percebeu isto? Em vez de subir o IVA, introduzir portagens, aumentar as taxas moderadoras, reduzir as deduções do IRS, congelar salários, roubar os subsídios de Natal e de Férias aos funcionários públicos e pensionistas, ponha lá toda a gente a ganhar 45.000 euros por mês e veja lá o dinheirinho que vai caír nos cofres do Estado.
E andamos nós, estupidamente, a rastejar de chapéu na mão atrás da Troika a ver se vai vindo mais algum...
Ah, e já agora, e porque se trata de um acto de justiça, condecore o homem!
Quarta-feira, Janeiro 04, 2012
A ELEVAÇÃO DA BURRICE
Não me é fácil começar este novo ano sob a obrigatoriedade de escrever portugaleiro e, se até agora se tem visto muito boa gente, doutorada nas ciências ou escribas de profissão, a produzir as mais escabrosas calinadas, nada me importará o facto de ser apontado por manter a escrita na forma de Jorge de Sena, David Mourão Ferreira ou Sofia de Mello Breyner.
Continuo a pensar que o AO veio, tão só e apenas, ilibar os iletrados desta sociedade, que agora podem escrever o que quer que seja sem que se perceba se o fazem bem ou mal.
Com a devida vénia e merecido aplauso, subscrevo e sublinho o que [AQUI] é dito.
Continuo a pensar que o AO veio, tão só e apenas, ilibar os iletrados desta sociedade, que agora podem escrever o que quer que seja sem que se perceba se o fazem bem ou mal.
Com a devida vénia e merecido aplauso, subscrevo e sublinho o que [AQUI] é dito.
Sexta-feira, Dezembro 09, 2011
ATÉ AO ÚLTIMO CÊNTIMO
O governo segue a rigor a sua política miserável de empobrecimento do povo. As portagens, indevidas, nas estradas construídas para serem alternativas gratuitas às AE, constituem mais um soco no estômago dos portugueses. Para muitos será fatal.
Os mesmos que há poucos meses atrás se insurgiam contra os aumentos de impostos, contra a introdução das portagens, contra o aumento do custo com a saúde, contra o desemprego, contra o alastramento da pobreza, os mesmos que afirmavam ter planos alternativos a estas medidas, não têm feito outra coisa que sugar cegamente e sem qualquer escrúpulo, o que ainda resta nas algibeiras do povo. E fa-lo-ão até ao último cêntimo!
Adivinha-se um crescimento desmedido do desemprego, pelo facto simples de que, em não raros casos, o salário auferido é consumido por inteiro nas despesas de transporte, de e para o local de trabalho.
Os mesmos que há poucos meses atrás se insurgiam contra os aumentos de impostos, contra a introdução das portagens, contra o aumento do custo com a saúde, contra o desemprego, contra o alastramento da pobreza, os mesmos que afirmavam ter planos alternativos a estas medidas, não têm feito outra coisa que sugar cegamente e sem qualquer escrúpulo, o que ainda resta nas algibeiras do povo. E fa-lo-ão até ao último cêntimo!
Adivinha-se um crescimento desmedido do desemprego, pelo facto simples de que, em não raros casos, o salário auferido é consumido por inteiro nas despesas de transporte, de e para o local de trabalho.
Tomemos por exemplo um cidadão que se desloque diariamente de Viseu para Aveiro. Um veículo de classe 1 passa a pagar, a partir de hoje, 14,80 € / dia! Em 20 dias, a soma ascende a 296,00€ (quase 60 contos na moeda antiga!), a que haverá que somar as despesas com o combustível e outras despesas fixas inerentes aos veículos automóveis. Sessenta contos de portagens é qualquer coisa de monstruoso, inaceitável e impraticável.
Por outro lado, um camião com 4 ou mais eixos, no percurso Aveiro - Vilar Formoso - Aveiro, paga 88,80€/dia (dezassete contos e oitocentos!).
Aqui chegados, pergunta-se:
- Quanto tem de ganhar um cidadão nestas condições, para que possa ter dinheiro para comer? Ou melhor: o que é que é preciso mais para que este povo acorde para a realidade e corra com este bando de loucos que o depena barbaramente e sem piedade?
Somos mandados por estrangeiros, à mercê de estrangeiros, manipulados por estrangeiros, depenados por estrangeiros. Vendida a Pátria (até a lusa língua) nada mais resta que admitir e assumir por inteiro que somos, tal como Guerra Junqueiro escrevera, há 115 anos,
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúsio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, bêsta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias; um povo em catalépsia abundante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
(...) Uma grande parte da burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provêm que na política portuguesa sucedam, ente a indiferença geral, escândalos monstruosos (...).
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este, criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país;
A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela saca-rolhas;
(...) Sei muito bem que o estadista não é o santo, que o grande político não é o mártir, mas sei também que toda a obra governativa que não for obra de filosofia humana, resultará em geringonça anedótica, manequim inerte, sem olhar e sem fala.
A ductilidade, quási amorfa do carácter português, se torna duvidosas as energias colectivas, os espontâneos movimentos nacionais, facilita, no entanto, de maneira única, a acção de quem rege e quem governa. Cera branda, os dedos modelam-na à vontade.
(...) Alma! eis o que nos falta. Porque uma nação não é uma tenda, nem um orçamento uma bíblia."
A Pátria, 1896
Somos mandados por estrangeiros, à mercê de estrangeiros, manipulados por estrangeiros, depenados por estrangeiros. Vendida a Pátria (até a lusa língua) nada mais resta que admitir e assumir por inteiro que somos, tal como Guerra Junqueiro escrevera, há 115 anos,
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúsio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, bêsta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias; um povo em catalépsia abundante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
(...) Uma grande parte da burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavra, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provêm que na política portuguesa sucedam, ente a indiferença geral, escândalos monstruosos (...).
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este, criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país;
A Justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara a ponto de fazer dela saca-rolhas;
(...) Sei muito bem que o estadista não é o santo, que o grande político não é o mártir, mas sei também que toda a obra governativa que não for obra de filosofia humana, resultará em geringonça anedótica, manequim inerte, sem olhar e sem fala.
A ductilidade, quási amorfa do carácter português, se torna duvidosas as energias colectivas, os espontâneos movimentos nacionais, facilita, no entanto, de maneira única, a acção de quem rege e quem governa. Cera branda, os dedos modelam-na à vontade.
(...) Alma! eis o que nos falta. Porque uma nação não é uma tenda, nem um orçamento uma bíblia."
A Pátria, 1896
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